O LÚDICO NO ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA SEXUAL INFANTIL


Debate com especialistas do campo da literatura, da educação e da área jurídica sobre prevenção ao abuso sexual de crianças e adolescentes. O objetivo é apresentar aos pais, educadores, psicólogos e interessados na educação infantil a importância do uso de recursos lúdicos e artísticos, como a literatura e a contação de histórias, para a introdução do assunto em casa. As especialistas trarão suas vivências práticas, dados e pesquisas sobre o problema no Brasil, além de dicas práticas para as famílias lidarem com o assunto.


Participantes

Andrea Taubman, nasceu em Buenos Aires (Argentina) e mora no Brasil desde criança. É escritora, palestrante, tradutora, contadora de histórias e locutora bilíngue. Tem 17 livros publicados que abordam, principalmente, temas sensíveis como luto, deficiências e abuso sexual na infância – o premiado Não Me Toca Seu Boboca! (vencedor do Prêmio Neide Castanha de Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes de 2018, na categoria Produção de Conhecimento). Organiza, produz e participa habitualmente de eventos literários. Faz parte da diretoria da AEILIJ (Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil) desde 2013. Ocupa a cadeira nº 21 da Academia Teresopolitana de Letras e ocupa um assento no Conselho Municipal de Políticas Culturais de Teresópolis-RJ. Foi voluntária na ONG Espaço Logos de Cidadania Consciente (no Conjunto de Favelas da Grande Tijuca – Rio de Janeiro) oferecendo oficina de leitura literária para crianças a partir de 6 anos. Viveu em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Teresópolis-RJ, onde foi voluntária em abrigo temporário que recebia crianças em situação de risco social e vítimas de maus-tratos. (www.andreavivianataubman.com.br / @andreataubmanescritora)

Marleci Venério Hoffmeister é Assistente Social Judiciário do Tribunal de Justiça do RS/TJRS e especialista em Violência Doméstica contra criança e adolescente. Graduada em Serviço Social pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos/UNISINOS (1998). Mestre em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica do RS/PUCRS (2012). Especialista em Violência Doméstica contra criança e adolescente pelo LACRI/ Universidade de São Paulo/USP (2001). Assistente Social Judiciário do Tribunal de Justiça do RS/TJRS desde 2002, atualmente é Assessora Técnica da Coordenadoria da Infância e Juventude RS. Tutora e Formadora Nacional pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em Depoimento Especial e Escuta de Crianças no Sistema de Justiça, sendo uma parceria entre o CNJ, a Ong CHILDHOOD e o UNICEF. Ministrante de curso de capacitação sobre escuta especial de crianças e adolescentes por vários Estados do Brasil. Autora dos livros: 1) Entre quatro paredes: a intervenção profissional do Assistente Social na tomada de depoimento especial de crianças e adolescentes em situação de abuso sexual- Porto Alegre: Lumen Juris, 2013; 2) Organizadora e Coautora do livro Serviço Social no Poder Judiciário do Rio Grande do Sul: sistematizações sobre o cotidiano profissional – Porto Alegre: Lúmen Júris, 2015, 3) Organizadora e Coautora do livro Depoimento Especial de Crianças e Adolescentes: quando a multidisciplinaridade aproxima os olhares – Porto Alegre – Livraria do Advogado, 2016 e 4) Coautora do livro A escuta protegida de crianças e adolescentes: os desafios da implantação da lei n 13.431/2017: estudos em homenagem ao Desembargador José Antonio Daltoé Cezar – Porto Alegre – Livraria do Advogado, 2018.

Samara Rosa é professora de escola municipal e especialista em literatura e contação de histórias. Formada no Magistério, Pedagogia, MBA em Gestão escolar e Especialização em Literatura e Contação de Histórias. Professora concursada pela Prefeitura Municipal de Curitiba onde atua com alfabetização, reforçando a importância dos livros e da literatura na formação do indivíduo. A paixão pelos livros a tornou uma contadora de histórias. Conhecendo sua própria história, iniciou uma pesquisa sobre o protagonismo negro na infância, que resultou na criação da marca ROSAS NEGRAS, confecção de bonecas e bonecos de pano Negros. Com experiência de mais de 15 anos na educação, já atuou como formadora de professores, palestras sobre protagonismo negro na literatura e no brinquedo, além de estratégias literárias no ambiente escolar. No ano de 2019 representou o Brasil em um evento de contadores de histórias na Neuquén/Patagonia Argentina e, em 2020, em parceira com o UNICEF Brasil, gravou 10 episódios para o posdcat Deixa que eu Conto com histórias afro-brasileiras voltadas para infância. 

Lúcia Ângelo é educadora social. Graduada em Processos Gerenciais e pós-graduada em Administração & Negócios. Também atua como Consultora Programa CLAVES Brasil nas metodologias Brincando, nos fortalecemos para enfrentar situações difíceis e Bons Tratos em família, além de ser Educadora Social na OSC Associação Santo Dias; Conselheira de Direitos do Conselho Municipal do Direito da Criança e Adolescente de Fortaleza e Membro da Pastoral Operária Ceará. Em 2020 ministrou o curso online ECA 30 Anos – Avanços e Desafios para a Infância e Adolescência no Brasil O Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente – COMDICA.

Mediadora

Thaíne Belissa é jornalista e atua como coordenadora da comunicação na Editora Aletria. Trabalhou como repórter nos principais jornais de Belo Horizonte e ganhou 4 prêmios de jornalismo com matérias sobre inovação. Também tem especialização em Neurociências Aplicadas à Educação, quando estudou o potencial das histórias para elaboração de angústias e desafios na infância. É criadora do podcast Conto Reconto, que oferece pílulas de leveza por meio da leitura de histórias infantis e de uma boa conversa.

Data e horário

8 de abril, quinta-feira, às 19h

Canal de transmissão

Promoção

Aletria Editora