A experiência do cético e a significação do ceticismo filosófico, conversa com Plínio Smith


Plínio Smith põe em discussão o ceticismo, que não defende teorias, mas questiona criticamente as supostas verdades dos filósofos. Num mundo cada vez mais dogmático e obscurantista, o exercício cético da razão crítica se torna fundamental. Mas o ceticismo também tem algo de positivo a propor. Assim, Barry Stroud, em A significação do ceticismo filosófico, mostra que a reflexão sobre o próprio problema filosófico é iluminadora da nossa condição humana, e Plínio Smith, em A experiência do cético, mostra que a experiência cética da filosofia nos conduz a uma visão do mundo antidogmática. Nos dois casos, revela-se a inserção do ser humano e suas práticas cognitivas na vida cotidiana.”


Palestrante

Plínio Smith – Possui graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1986), doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1991), pós-doutorado na Universidade de Oxford (1997) Livre-Docente em Teoria do Conhecimento pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) (2013) e outro pós-doutorado na Universidade da Califórnia, Berkeley (2015-2016). Foi professor adjunto na Universidade Federal do Paraná (UFPR) (1991-2001) e professor titular e coordenador do Programa de Pós-Graduação na Universidade São Judas Tadeu (USJT) (2001-2009). Atualmente é professor associado da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), bolsista do CNPq, nível 1D, com o projeto “Neopirronismo: o princípio de oposição e os modos de Agripa”. Foi coordenador de Projeto Temático da FAPESP (2005-2009) e de Projeto Chamada Universal CNPq (2013-2016). É o editor-responsável da revista Sképsis. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em História da Filosofia Moderna e Epistemologia, atuando principalmente nos seguintes temas: ceticismo, epistemologia analítica e filosofia da mente.

Data e horário

08 de abril, quinta-feira, às 14h

Cana de Transmissão

Promoção

Associação Filosófica Scientiae Studia