Edições Sesc leva programação diversificada à II Feira do Livro da Unesp

A editora do Sesc leva programação diversificada à II Feira do Livro da Unesp; confira

Dia 11/abril, quinta às 18h 

Patrimônio colonial latino-americano
Urbanismo, arquitetura, arte sacra
Bate-papo com Percival Tirapeli seguido de sessão de autógrafos.

Sobre o livro:
Fruto de extensa pesquisa de Percival Tirapeli, professor da Unesp, esta obra ricamente ilustrada abrange três séculos de arte colonial e é dividida em três partes – “Urbanismo colonial”, “Arquitetura eclesiástica” e “Arte sacra – mobiliário e ornamentação”. “Urbanismo colonial” aborda as diferenças e aproximações entre os traçados e o urbanismo planejado das cidade hispano-americanas e luso-brasileiras. “Arquitetura eclesiástica” analisa as catedrais dos vice-reinos, as audiências e as sés brasileiras. A seção “Arte sacra – mobiliário e ornamentação” completa as análises das igrejas, tratando de suas fachadas-retábulos, do mobiliário dos altares e de seus complementos ornamentais, como esculturas e pinturas.

Dia 12/abril, sexta às 18h

Violão-canção
Diálogos entre o violão solo e a canção popular

Bate-papo musical com Chico Saraiva seguido de sessão de autógrafos.

Sobre o livro:
O músico Chico Saraiva traz a público uma pesquisa sobre a alternância de papéis do violão, ora como instrumento solista, ora como acompanhador do canto. A obra se baseia em sete entrevistas com expoentes da música brasileira: João Bosco, Paulo César Pinheiro e Luiz Tatit, no campo da canção popular; Paulo Bellinati, Sérgio Assad e Marco Pereira, representando o violão solo; Guinga e Elomar como membros das duas tradições. O texto, organizado por temas, trata de processo criativo, intercâmbios entre letra, melodia e harmonia, aspectos da execução, relação entre instrumentos, violão popular e erudito. Ao longo da conversa, Saraiva e os entrevistados tocam canções, que o leitor poderá ouvir no site do autor.

Dia 13/abril, sábado às 16h

Cenograficamente
Da cenografia ao figurino

Bate-papo com José de Anchieta seguido de sessão de autógrafos.

Sobre o livro:
José de Anchieta deu um novo significado para o trabalho cenográfico no Brasil. Neste livro, ao dividir suas memórias, relata como suas raízes influenciaram seu senso estético, apresenta sua trajetória profissional dedicada à cenografia e ao teatro. Esta obra é um convite para se maravilhar com a arte cenográfica. Os profissionais da área se emocionarão com as recordações de Anchieta; iniciantes e aprendizes terão uma aula magna de cenografia, e os leitores se envolverão com os relatos pitorescos e cheios de humanidade. Com a mesma poesia com que transforma um palco de leva o espectador para outro ambiente, José de Anchieta preenche as páginas e transporta o leitor para conhecer sua vida cenográfica.

Dia 13/abril, sábado às 18h

1968: reflexos e reflexões
Bate-papo com o Prof. Marcos Napolitano seguido de sessão de autógrafos.

Sobre o livro:

Resultado do encontro de professores, pesquisadores e jornalistas para uma reflexão sobre o histórico ano de 1968, realizado pelo Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo em maio de 2018, o livro é uma coletânea de textos que analisam diversos acontecimentos que culminaram em manifestações de estudantes, trabalhadores e intelectuais em diversos países, entre eles o Brasil, a França, o México, a Argentina e os Estados Unidos da América: a oposição à Guerra do Vietnã, a repressão do regime comunista em países que compunham o bloco soviético, as ditaduras militares financiadas e apoiadas pelos Estados Unidos, o assassinato de Martin Luther King, o massacre de estudantes em Tlatelolco e outros eventos que indicavam que o mundo conformado após as duas grandes guerras ainda carecia de justiça e respeito aos direitos humanos.

Em seu texto, Marcos Napolitano enfoca o movimento tropicalista, contrapondo-o à ação de artistas que se integraram à produção de novelas e outras mercadorias “culturais” da televisão brasileira, entre eles, membros do Partido Comunista Brasileiro (PCB).

Dia 14/abril, domingo às 14h

Teoria dos direitos culturais
Fundamentos e finalidades

Bate-papo com Humberto Cunha Filho seguido de sessão de autógrafos.

Sobre o livro:
O livro esmiúça conceitos do direito para, em seguida, inserir os direitos culturais nesse contexto. A Constituição Federal de 1988, a primeira que traz explícita a expressão “Direitos Culturais”, é o documento que norteia todo o debate. São recuperados os interesses do setor cultural no período da constituinte (1987 – 1988), sintetizados nos anseios do Movimento pela DEfesa da Cultura. A gestão autônoma da cultura, a relação entre Direitos Culturais e democracia e sua relação como exercício da cidadania também são destaques.

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